15 novembro 2019

Resenha: Sessão da meia-noite com Rayne e Delilah - Jeff Zentner

em 15 novembro 2019

5 comentários


Uma história contemporânea divertida e emocionante sobre amizade, filmes de terror trash e amadurecimento. Toda sexta-feira, as melhores amigas Josie e Delia se transformam em Rayne Ravenscroft e Delilah Darkwood, apresentadoras de um programa de terror exibido em um canal da TV local. Com o final do ensino médio se aproximando, Josie precisa decidir se vai mudar de cidade para estudar em uma universidade grande e ir atrás de seu sonho de seguir carreira na televisão — mas isso significaria ficar longe de sua melhor amiga… Enquanto isso, Delia sonha que seu pai, um fã de filmes de terror que abandonou a família anos atrás, assista ao programa delas na TV e retome o contato.
Em um fim de semana, as duas resolvem fazer uma viagem para a Flórida, onde vai acontecer a ShiverCon, a maior convenção do universo do terror e o lugar perfeito para conseguir um contrato com uma grande emissora. Mas pode ser que um jovem lutador de MMA, um produtor de televisão excêntrico e um basset hound idoso acabem transformando a vida dessas melhores amigas de uma maneira inesperada.



                                                        Ficha Técnica Da Obra
Páginas: 408 | Ano: 2019 | Idioma: Português | Editora: Seguinte | ISBN: 9788555340932 | Gênero: Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance | Skoob | Livro gentilmente cedido em parceria com a editora

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Mire na lua porque, mesmo se você errar, vai ficar vagando pelo vácuo sombrio e gelado, ode vai morrer sozinho e ninguém vai ver o seu fracasso

Toda semana Delia e Joi se reúnem para gravar um episódio do Sessão da Meia noite, um programa sobre filmes de terror antigos e bizarros, apresentados pelas vampiras Rayne e Delilah. Esse quadro é ainda mais especial para Delia, que reproduz os filmes que assistia com seu pai quando pequena, e sonha com que um dia ele veja seu programa e tente entrar em contato com a filha que abandonou.
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Já o sonho de Joi é trabalhar na televisão, e mesmo que ela não curta tanto os filmes de terror como a amiga, essa experiência a ajuda a aprender mais sobre o que ela quer para seu futuro. Mas o problema e que para ela seguir nessa carreira terá que sair da cidade, e abandonar o programa e sua melhor amiga.
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Ultimamente tem sido difícil achar um livro que se conecte tanto comigo, e ainda mais livros que eu não sei nada antes de começar a leitura. Esse foi completamente o caso de Rayne e Delilah, um livro que eu não sabia nada, nunca tinha lido nada do autor, que fui na fé que seria uma leitura leve, e terminei com o rosto parecendo uma bola de basquete de tanto chorar.
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O livro fala sobre o poder da amizade, do amor e também sobre abandono parental, sobre como ser abandonado pelos pais pode influenciar na nossa auto-estima, na nossa vida diretamente e como isso é complicado.
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Foi impossível ver esses dilemas da Délia e não me identificar em cada linha sobre suas questões com seu pai, porque olha... ja passei por muitas das coisas que ela passa ali na historia e realmente não é fácil.
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Mas foi o amor da mãe da Délia que mais me comoveu, que me fez chorar horrores, porque pra mim aquele deveria ser o retrato de toda mãe, que está ali pela filha, que a apoia, que continua mesmo quando ela não está em condições de continuar.
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O livro tem um toque de humor e isso deixa tudo mais gostoso de ler, mas preparem suas lagrimas, pois elas virão, e com certeza não serão poucas!
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Um livro sobre sonhos, sobre encontrar a sua própria luz e entender que podemos brilhar sozinhos, mesmo quando achamos que não conseguiremos.


"[...] seria muito fácil pensar que dá para se proteger de se magoar simplesmente não amando ninguém. Meio como dá pra evitar ser atropelado por um ônibus se você nunca sair de casa. Mas isso não é jeito de viver. É melhor amar as pessoas e se magoar. Ninguém diz no leito de morte que gostaria de ter amado menos gente."


5 comentários:

  1. Olá! Gostei demais da sua resenha! Tenho buscado livros que conectem comigo também, algumas tentativas positivas outras nem tanto. Achei interessantes os temas abordados no livro e só de ter um pouquinho de humor já me animei. Às vezes o que mais precisamos é este bocadinho de distração, mesmo nas histórias!

    Um abraço!

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  2. Oi Aline!
    Eu estou muito ansioso para ler esse livro sabe? Eu i que ele foi lançado aqui no Brasil e já sabia a premissa dele, mas como estou com a meta de ler os livros acumulados na estante devo demorar um pouco para pegar ele para ler. Como você mesma falou o livro fala sobre o abandono parental e por isso quis tanto ele pois, assim como a protagonista e pelo jeito você, também sofri muito com isso.

    Beijos!
    Eita Já Li

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  3. Oi!!

    Também nao conhecia o livro e muito menos o autor. Mais gostei dos conflitos abordados por você na resenha, até mesmo pq problemas com progenitores é complexo. Não adicionei a minha lista, mas seria um livro que leria com prazer.

    Beijos!

    https://pensaliterario.blogspot.com/

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  4. Oi, tudo bem?
    Eu sempre vejo as pessoas elogiando os livros desse autor, mas ainda não senti vontade de ler. Pelos comentários que eu vi, parecem ser obras mesmo emocionantes e que abordam importantes e difíceis. Porém, estou fugindo de livros para chorar e, pela sua resenha, acredito que eu acabaria essa leitura desidratada haha.
    De qualquer forma, adorei conferir sua opinião sobre a leitura e quem sabe em outro momento dou uma chance para esse livro né?
    Beijos!

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  5. lembro que vi a capa no tt e fiquei bem curiosa porque seguinte raramente decepciona kkk. to bem curiosa em ler mas sei que não será agora messmo sua resenha me deixando curiosissima.

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